12/08/2010 “Ciclo HQ na Maison” HQs e Memória
12 de Julho de 2010
Encontro com Flix
Das 13h às 17h oficina “HQs e memoria com Flix”
Inscrição ate 6 de agosto bibl@goethe.org ou (21)3804 8204 / 3804 8200
Número máximo de participantes : 15
Público alvo : estudantes de design / comunicação visual / jovens profissionais e todos que se interessam por história em quadrinhos e ilustração.
às 18h30 Bate-papo com o quadrinista alemão Flix
A influência de quadrinistas franceses na obra de Flix com o convidado Sama
Entrada Franca
Em alemão com tradução consecutiva
Mediateca da Maison de France
Av. Presidente Antônio Carlos, 58 / 11° andar
Castelo Rio de Janeiro
21 3974 6669 www.bibliofranca.org.br
Exposição Da war mal was… | Quando tinha o Muro…
Erinnerungen an hier und drüben | Lembranças daqui e de lá
2 de agosto a 4 de setembro de 2010
Goethe-Institut Rio de Janeiro
Rua do Passeio, 62 / 1° andar Centro - Rio de Janeiro
21 3804 8204 / 3804 8200
www.goethe.de/Riodejaneiro
Por um longo tempo, o ceticismo em relação às HQs, levou os países de língua alemã a desenvolver os quadrinhos autobiográficos muito mais tarde do que os Estados Unidos e a França. Um dos protagonistas mais importantes é o quadrinista Felix Görmann, mais conhecido por Flix. Seu primeiro sucesso se deu em 2003, com a publicação da monografia de conclusão de curso em forma de HQ sob o título de “held” (Herói), ganhadora do cobiçado prêmio Max und Moritz de 2004 e uma série de outros prêmios para designers e jovens talentos
O estilo altamente profissional de Flix, inspirado nos artistas franco-belgas, causa um efeito leve e agradável. As histórias anteriores e posteriores a 1989, que ele relaciona com o presente, sempre com uma imagem introdutória e uma observação final do respectivo personagem principal, são facilmente digeríveis. Elas tratam do estrangeirismo alemãoalemão, do cotidiano como jovem pioneiro ou das fantasias das crianças ocidentais com relação à palavra “RDA”, narram sobre a Stasi, visitas a parentes e tentativas de fuga, ou simplesmente sobre o cotidiano muito normal de jovens no Leste e no Oeste – e sobre esperanças, confusões e decepções temporárias, que com a reunificação chegaram aos cidadãos da RDA mais informados. Histórias, que transmitem a jovens leitores um sentimento, que antes de 1989 era outro na Alemanha.
